Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares
Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares
Década de 2020
Década de 2020
2020

Cultura Popular Tradicional - Sala do Cordel
Considerada Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - em 19/9/2018, a Literatura de Cordel, presente na Cultura Brasileira desde o fim do século XIX, resulta das tradições da narrativa oral presente na formação social do nosso país e traz consigo conexões com a cultura africana, indígena e árabe, com seus contos, histórias e poesia cantada ou declamada.
Dentro do contexto do Cordel, existe o universo da Xilogravura, técnica de gravação que utiliza a madeira como suporte (xilos = madeira, do grego) e é impressa em papel, geralmente com tinta preta.
O artista xilogravurista utiliza sua arte para ilustrar as histórias criadas e narradas pelos poetas cordelistas. O Casarão possui um acervo de livrinhos de cordel. Entre os autores, Patativa do Assaré e Moreira de Acopiara - este último morador de nossa cidade.
A Sala do Cordel possui painéis explicativos sobre o tema, além de uma vitrine com instrumentos de corte (goivas) utilizadas para o entalhe das imagens na madeira, além de exemplar de matriz e impressão do artista Jerônimo Soares, 84 anos, premiado pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania em janeiro deste ano.
Acesse o link para saber mais sobre a premiação do artista paraibano:
http://cultura.gov.br/aos-84-anos-mestre-da-xilogravura-utiliza-premiacao-da-secretaria-especial-da-cultura-para-aprimorar-sua-arte/
FOTOS: Jerônimo Soares e sua obra / Divulgação/Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania.
Em função do isolamento social causado pela pandemia de Covid-19, o Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais está temporariamente fechado para visitação.
https://www.saobernardo.sp.gov.br/web/cultura/sala-do-cordel-no-centro-de-referencia-das-culturas-populares-tradicionais

Aos 84 anos, mestre da xilogravura utiliza premiação para aprimorar sua arte
Seu Jerônimo Francisco Soares (84) cresceu entre os versos e rimas da literatura de cordel. Filho do poeta e jornalista José Soares, Jerônimo se agradava com as letras rimadas, mas se encantava mesmo era com as formas que ilustravam as histórias. Foi assim que, aos 10 anos, começou a entalhar desenhos em madeira. E daí surgiu uma trajetória de mais de 70 anos dedicados à xilogravura, um trabalho reconhecido pelo Prêmio Culturas Populares 2019 – edição Teixeirinha, concedido pela Secretaria Especial da Cultura.
“É muito bom receber este prêmio”, disse Jerônimo, emocionado, como se lembrasse os muitos anos de dedicação à madeira. O artista começou ilustrando trabalhos do pai escritor. O talento, a dedicação e a convivência diária com o universo do cordel levaram seu Jerônimo ainda além. A força poética de suas xilogravuras, que retratam as histórias e os modos de vida típicos do nordeste brasileiro, alçaram voo e saíram das páginas dos cordéis. Passaram a ser, por si só, obras de arte.
Como um artista de fato atuante, seu Jerônimo ainda contribuiu com a “xilo” ao aprimorar as ferramentas e técnicas que utilizava. Suas inovações fizeram com que as xilogravuras que produziu sejam únicas, com textura e profundidade diferenciadas. Uma de suas invenções, por exemplo, foi agregar uma base giratória à mesa de ilustração, para conferir maior facilidade na lida com a matriz, permitindo que os cortes na madeira sejam mais precisos.
E se engana quem pensa que após tantos anos desenvolvendo xilogravuras, seu Jerônimo se cansou. No auge de seus mais de 80, ele não pensa parar. Pretende utilizar o valor da premiação para seguir seu ofício. “Eu vou é trabalhar mais”, concluiu, coerente com seu legado.
https://msnoar.com.br/aos-84-anos-mestre-da-xilogravura-utiliza-premiacao-para-aprimorar-sua-arte/
Xilogravura e outras vídeo aulas
Produção Andréia de Alcantara
Assista a uma série de aulas falando sobre Arte e Cultura Popular no Brasil. A primeira delas delas teve o apoio do Proac LAB 2020 - Eixo Licenciamento de Formação no Estado de São Paulo. As demais tiveram o apoio da Lei Aldir Blanc Diadema. Os vídeos são um convite à descobertas em um caminho pouco explorado da arte brasileira.
O primeiro vídeo, Arte e Cultura Popular no Brasil, aborda uma série de questões relacionadas ao entendimento do que é arte popular considerando as formas de interpreta-la, o artista e apresenta um panorama sobre a história da xilogravura brasileira. O Segundo vídeo, Pintura, aborda o tema a partir de três tópicos: Denominações, características e aproximações. O terceiro vídeo, Xilogravura, vai contar um pouco da História desta técnica no Brasil considerando a história da Imprenso no Brasil, os principais centros de produção e a vinda da xilogravura popular pra São Paulo tomando como exemplo o artista Jeronimo Soares O último vídeos, Objetos tridimensionais, vai considerar três centros da produção de esculturas em Barro: o Alto do Moura, em Caruaru - CE, o Vale do Jequitinhonha - MG e Taubaté (das figureiras) - SP.
https://www.virtuart.com.br/videoaulas.html
Xilogravura e outras vídeo aulas
Produção Andréia de Alcantara
Assista a uma série de aulas falando sobre Arte e Cultura Popular no Brasil. A primeira delas delas teve o apoio do Proac LAB 2020 - Eixo Licenciamento de Formação no Estado de São Paulo. As demais tiveram o apoio da Lei Aldir Blanc Diadema. Os vídeos são um convite à descobertas em um caminho pouco explorado da arte brasileira.
O primeiro vídeo, Arte e Cultura Popular no Brasil, aborda uma série de questões relacionadas ao entendimento do que é arte popular considerando as formas de interpreta-la, o artista e apresenta um panorama sobre a história da xilogravura brasileira. O Segundo vídeo, Pintura, aborda o tema a partir de três tópicos: Denominações, características e aproximações. O terceiro vídeo, Xilogravura, vai contar um pouco da História desta técnica no Brasil considerando a história da Imprenso no Brasil, os principais centros de produção e a vinda da xilogravura popular pra São Paulo tomando como exemplo o artista Jeronimo Soares O último vídeos, Objetos tridimensionais, vai considerar três centros da produção de esculturas em Barro: o Alto do Moura, em Caruaru - CE, o Vale do Jequitinhonha - MG e Taubaté (das figureiras) - SP.
https://www.virtuart.com.br/videoaulas.html
2021
Jeronimo Soares - Na ponta da Agulha
O livro traz a obra completa de um dos maiores xilogravadores populares do Brasil, Jerônimo Soares. Nas palavras de Jorge Amado: "Suas xilogravuras são de real beleza, poderosas e poéticas. Refletem a identidade do artista com a vida sofrida e a imaginação invencível do povo. Vindo do cordel – sendo ele próprio nascido em família de trovadores – os álbuns que tem realizado ultimamente nos dão a medida do talento e da poesia de Jerônimo Soares e o situam em posição singular entre os gravadores ingênuos. Ingênuos? Talvez os mais sábios de todos: os mais brasileiros, certamente.”
Jeronimo Soares
Jerônimo é da Paraíba, nascido em Esperança em 1935 e é filho do cordelista José Soares conhecido como poeta-repórter (figura 1). Quando aos 12 anos, vai morar com o pai no Recife e como os gravuristas moravam distantes da capital, José Soares pede ao filho para produzir uma gravura. Segundo o próprio artista esta capa não vendeu uma cópia sequer. Isto não o desanimou. Jerônimo produziu posteriormente uma centena de gravuras, principalmente para as capas dos folhetos de seu pai.
A década de 1950, época em que um sem-número de migrantes se desloca para as grandes cidades fugindo das secas do Nordeste estava também Jerônimo Soares. Na bagagem, a experiência que teve com o pai, o destino: São Paulo. Em 1968, muda-se para Diadema, cidade onde mora desde então. Na época e por mais de uma década, seu ponto de referência para apresentação de seu trabalho era a feira de artesanato da Praça da República. Lá torna-se um xilogravador conhecido, seus trabalhos são publicados em uma série países como Suíça, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Canadá e Portugal e seu nome passa a figurar em uma série de reportagens em jornais e revistas do país.
Exposição Brincadeira e Linha
Parte da programação do Seminário Atelier Livre - Arte como encontro e formação, a exposição virtual Brincadeira e Linha nos convida a pensar o universo infantil como temática e a linha como recurso formal da criação artística.
Assemblages, pinturas em parede, objetos artísticos, gravuras e vídeos são as linguagens dos artistas presentes na exposição. Com preocupações e formações diferentes estes artistas compõem o panorama diverso da exposição. Em suas obras, uma análise sobre aspectos da infância a partir de um olhar sobre a criança, a família - em especial mãe - e a sociedade e seguindo dois caminhos de interpretação, o da liberdade de viver e brincar e o cerceamento destes direitos.
Clau Santos e Jerônimo Soares apresentam a liberdade de brincar na imagem da criança soltando pipa que corta os céus de suas representações. Geni Santos e Zé Pretinho trabalham com o brinquedo em si trazendo à tona o poder do imaginário infantil, ela produzindo bonecas com representações de personagens fantásticas, e ele resignificando brinquedos que foram descartados e que resgatam suas memórias de infância.
Julio Basle e Marlene Santana seguem o segundo caminho e apontam para o protagonismo dos corpos submetidos à violência, ao esquecimento, à ausência, o desamor. Ambos emprestam poesia ao que é tão dolorido na sociedade. Ele trazendo nas suas texturas emprestadas de suas influências no trabalho com a serigrafia e a partir de elementos do cotidiano como um tecido de limpeza ou uma toalhinha de mesa pra discutir o papel da mulher na sociedade, ela que traz alfinetes entrelaçados à imagem ou ao próprio tecido, um fio de aço que atravessa a pele e acentua a ideia da dor do sofrimento causado. Os dois artistas trazem em suas poéticas a representação corpos como mapas da memória.
A exposição também traz obras que propõem outros aspectos que se entrecruzam a estes dois caminhos. Cibele Gardin explora a brincadeira por meio da própria linha para discutir questões como a memória, o espaço e o tempo sem perder o caminho das questões sociais, em especial os dos (des)laços que (des)unem as pessoas nas atuais circunstâncias. Andréia Alcantara, se apropriando da linha e dos objetos que a circundam, constroi uma narrativa sobre o feminino interligado à natureza numa busca pela representação da figura da mãe como fonte de origem.
Em todas as obras algumas questões em comum: a busca da representação do corpo como protagonista de situações vividas, sejam por meio de experiências pessoais ou tendo o artista um papel de observador. O uso da linha como elemento de ligação entre diversas realidades, num jogo sempre presente de tensões onde a linha se lança solta sobre tecidos coloridos ou é desenhada por meio das linhas que envolvem corpos de mulheres e crianças representando a violência sentida na pele. Ou, por último, no padrão de texturas que linhas simuladas, costuradas, desenhadas ou cavadas na madeira como pontos de agulhas vem a tona pra compor uma narrativa crítica sobre a sociedade.
A mostra também conta com quatro apresentações musicais ocorridas durante o mês de abril nas palestras que fizeram parte do Seminário Atelier Livre – Arte como Encontro e Formação: Baby Fernandes, Beto Criolo, Coletivo Calundu e Dê Portela.
Jeronimo Soraes
Jerônimo é da Paraíba, nascido em Esperança em 1935 e é filho do cordelista José Soares conhecido como poeta-repórter (figura 1). Quando aos 12 anos, vai morar com o pai no Recife e como os gravuristas moravam distantes da capital, José Soares pede ao filho para produzir uma gravura. Segundo o próprio artista esta capa não vendeu uma cópia sequer. Isto não o desanimou. Jerônimo produziu posteriormente uma centena de gravuras, principalmente para as capas dos folhetos de seu pai.
A década de 1950, época em que um sem-número de migrantes se desloca para as grandes cidades fugindo das secas do Nordeste estava também Jerônimo Soares. Na bagagem, a experiência que teve com o pai, o destino: São Paulo. Em 1968, muda-se para Diadema, cidade onde mora desde então. Na época e por mais de uma década, seu ponto de referência para apresentação de seu trabalho era a feira de artesanato da Praça da República. Lá torna-se um xilogravador conhecido, seus trabalhos são publicados em uma série países como Suíça, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Canadá e Portugal e seu nome passa a figurar em uma série de reportagens em jornais e revistas do país.
https://virtuart.com.br/jeronimosoares.html
https://virtuart.com.br/brincadeiraelinha.html
2022

A Xilogravura inventiva de Mestre Jeronimo Soares – Séries 200 anos de Independência e Cores do Sertão
A exposição reúne duas séries de xilogravuras do artista, ambas contempladas pelo PROAC/SP:
A série 200 anos de Independência que apresenta cinco xilogravuras em preto e branco e que retratam episódios históricos ou releituras de situações históricas relacionadas à Independência do Brasil e 10 xilogravuras da série Cores do Sertão que retratam cenas da vida cotidiana do povo nordestino.
Abertura: 9 de novembro de 2022, quarta,19h30
Visitação até 30 de dezembro
*MAP* - Museu de Arte Popular Diadema
Rua Graciosa, 300, Centro, Diadema
O Museu de Arte Popular (MAP) de Diadema recebe entre os dias 9 de novembro e 30 de dezembro a exposição ‘A Xilogravura Inventiva de Jeronimo Soares – Séries 200 anos de Independência e Cores do Sertão’. A mostra reúne 15 xilogravuras de autoria de Jeronimo, um dos maiores artistas desse tipo de manifestação artística no Brasil. Nesta exposição serão expostas 15 xilogravuras, sendo cinco em preto e branco, retratando episódios históricos ou releituras de situações históricas relacionadas à Independência do Brasil e dez coloridas, que retratam cenas cotidianas da vida do povo nordestino. As duas séries foram contempladas com recursos do ProAc/2021.
Aos 88 anos, Jeronimo trabalha com xilogravuras – arte e técnica de fazer gravuras em relevo sobre madeira – e desenvolveu uma técnica exclusiva com perfurações por agulhas (normalmente, os cortes na madeira são feitos com estiletes e goivas). “No Brasil e no mundo só quem faz assim sou eu”, afirmou orgulhoso. Essa característica diferenciou o seu trabalho de outros artistas. Foi ele também quem desenvolveu as ferramentas com as quais realiza o trabalho, com o qual ficou mundialmente reconhecido. Já foi à França representar o Brasil e Diadema e tem suas obras em vários países do mundo.
Foi elogiado pelo escritor Jorge Amado como “um dos mais notáveis gravadores populares do Brasil”. “Suas madeiras para capas de folhetos de cordel são de real beleza, poderosas e poéticas”, registrou o escritor. “Todos os desenhos são de minha autoria. O que vem na minha cabeça eu faço, é só o lápis, a borracha e a madeira. E são sempre cenas nordestinas”, explicou o artista, que não escondeu a ansiedade com a nova exposição. “Estou muito feliz. Vai ser muito bom”, afirmou.
Os trabalhos que serão expostos foram feitos no último ano. Com alguma dificuldade de movimentos, depois de um problema de saúde, Jeronimo contou que levou cerca de uma semana para desenhar cada matriz. Devido às suas atuais limitações, os cortes foram feitos a laser. Essa mudança demandou um estudo por parte da pesquisadora do MAP, Andreia Alcântara. Ela explicou que para a impressão dos desenhos, as imagens tiveram que ser vetorizadas e para que houvesse uma fidelidade maior, Andreia se dedicou a estudar as matrizes.

Museu de Arte Popular de Diadema recebe exposição de Jeronimo Soares
Portal ABC em Off
O Museu de Arte Popular (MAP) de Diadema recebe a partir desta quarta-feira (9) a exposição ‘A Xilogravura Inventiva de Jeronimo Soares – Séries 200 anos de Independência e Cores do Sertão’. A mostra reúne 15 xilogravuras de autoria de Jeronimo, um dos maiores artistas desse tipo de manifestação artística no Brasil. Nesta exposição serão expostas 15 xilogravuras, sendo cinco em preto e branco, retratando episódios históricos ou releituras de situações históricas relacionadas à Independência do Brasil e dez coloridas, que retratam cenas cotidianas da vida do povo nordestino. As duas séries foram contempladas com recursos do ProAc/ 2021.
Aos 88 anos, Jeronimo trabalha com xilogravuras – arte e técnica de fazer gravuras em relevo sobre madeira – e desenvolveu uma técnica exclusiva com perfurações por agulhas (normalmente, os cortes na madeira são feitos com estiletes e goivas). “No Brasil e no mundo só quem faz assim sou eu”, afirmou orgulhoso. Essa característica diferenciou o seu trabalho de outros artistas. Foi ele também quem desenvolveu as ferramentas com as quais realiza o trabalho, com o qual ficou mundialmente reconhecido. Já foi à França representar o Brasil e Diadema e tem suas obras em vários países do mundo.
Foi elogiado pelo escritor Jorge Amado como “um dos mais notáveis gravadores populares do Brasil”. “Suas madeiras para capas de folhetos de cordel são de real beleza, poderosas e poéticas”, registrou o escritor. “Todos os desenhos são de minha autoria. O que vem na minha cabeça eu faço, é só o lápis, a borracha e a madeira. E são sempre cenas nordestinas”, explicou o artista, que não escondeu a ansiedade com a nova exposição. “Estou muito feliz. Vai ser muito bom”, afirmou.
Os trabalhos que serão expostos foram feitos no último ano. Com alguma dificuldade de movimentos, depois de um problema de saúde, Jeronimo contou que levou cerca de uma semana para desenhar cada matriz. Devido às suas atuais limitações, os cortes foram feitos a laser. Essa mudança demandou um estudo por parte da pesquisadora do MAP, Andreia Alcântara. Ela explicou que para a impressão dos desenhos, as imagens tiveram que ser vetorizadas e para que houvesse uma fidelidade maior, Andreia se dedicou a estudar as matrizes.
“Isso garantiu o meu entendimento de como são os caminhos escolhidos pelo Sr. Jeronimo na hora de escolher as áreas que receberiam tinta ou não. E também garantiu que eu pudesse afirmar que a interferência em transformar um desenho do artista em desenho computadorizado não iria provocar perdas e descaracterização da obra”, detalhou Andreia, que também é a curadora da exposição.
SERVIÇO
A Xilogravura inventiva de Jeronimo Soares – Séries 200 anos de Independência e Cores do Sertão
Abertura dia 9 de novembro, 19h30
Visitação até 30 de dezembro
Museu de Arte Popular
Rua Graciosa, 300, Centro
https://abcemoff.com.br/museu-de-arte-popular-de-diadema-recebe-exposicao-de-jeronimo-soares/

Museu de Arte Popular de Diadema celebra 15 anos
18 de outubro de 2022
Exposições e seminários marcam o aniversário do primeiro acervo dedicado à arte popular no Grande ABCD; painéis traçam a linha do tempo do museu e projetam avanços para o futuro
O Museu de Arte Popular (MAP) de Diadema celebra no dia 28 de outubro seus 15 anos de existência. Criado inicialmente como um ponto de cultura, em 2007, o equipamento foi o primeiro do gênero no Grande ABCD e chegou a ter um acervo de quase 1.000 peças, entre esculturas, pinturas, gravuras e xilogravuras. Após um longo período sem investimentos e com uma mudança de endereço que resultou em perdas no acervo, o MAP se prepara para reviver os anos de glória com a ampliação do espaço retomando seu tamanho original no Centro Cultural Diadema (CCD).
O museu reúne obras dos mais importantes artistas populares do Brasil, como Aécio de Andrade, Cícero Lourenço, João Cândido da Silva, Lourdes de Deus, Odonagué e Waldomiro de Deus. Com foco na Arte Naif, nome dado aos trabalhos de artistas sem formação acadêmica, no MAP há também obras de autoria local, como Jerônimo Soares, Zé Pretinho e Geni Santos.
Sob coordenação de José Aparecido Krichinak, o MAP estreia nesta terça-feira, às 14h, a exposição ‘Trajetória, Cotidiano e Perspectivas’. São quatro grandes painéis que contam um pouco da história do museu, traçam uma linha do tempo e criam perspectivas para um futuro próximo. “Assim que a Biblioteca Olíria de Campos Barros for para o prédio da Secretaria de Educação, vamos ocupar todo o espaço e dividir o acervo em cinco temáticas: urbana, rural, fantástica, lúdica e religiosa”, explicou o coordenador.
Há também a expectativa de criação da Sala Orlando Matos, com obras do artista, além de trabalhos de outros artistas regionais. “A gente passou um período de oito anos muito difícil, sem recursos nem para exposições. Agora vamos retomando e queremos recuperar o trabalho de formação, de pesquisa, contar com um profissional de museologia, recuperar obras que foram danificadas e aumentar o acervo”, pontuou José Aparecido.
Uma emenda parlamentar de R$ 100 mil, já aprovada, vai custear a ampliação do acervo e aquisição de materiais expositivos. “Nós já procuramos duas galerias focadas em arte popular e tudo deve ser concluído até o início de 2023”, projetou o coordenador. “É muito importante e um privilégio termos um museu de arte popular na cidade. Cria nas pessoas, nas crianças, o hábito de conviver com a arte. E o MAP, assim como Diadema, é caloroso, acolhedor. Um espaço de convivência”, completou.
HISTÓRICO
O MAP foi criado em 2007. À época, estavam à frente do projeto Ricardo Amadasi, Andreia Alcântara, Igor Stepanenko e José Aparecido Krichinak. Em três processos de compras, com o recurso repassado pelo Ministério da Cultura, foram adquiridos trabalhos de artistas do Ceará, Pernambuco, Norte de Minas Gerais e Recôncavo Baiano, Sul de Minas Gerais, Interior e Litoral de São Paulo. O museu vivia seu melhor momento e tinha o maior acervo de arte popular do Estado de São Paulo.
Em 2015, o MAP chegou a mudar de endereço, sendo transferido do seu local de origem, o Centro Cultural Diadema (CCD), para um imóvel na Rua Professora Vitalina Caiafa Esquível, no Centro. À época, houve forte resistência do setor cultural da cidade, contrário à mudança. Em 2020, o equipamento retornou para a Rua Graciosa, 300, onde atualmente ocupa metade do espaço original. Nesse processo, obras foram danificadas e algumas foram perdidas. Atualmente, são cerca de 700 peças no acervo.
Andreia, que traçou sua vida profissional e acadêmica graças ao seu envolvimento com o museu, relembra as atividades educativas e culturais que realizou enquanto oficineira, seu interesse por pesquisa e arquivos de dados e seu envolvimento para manter o museu em seu local original. A pesquisadora se desligou das atividades junto ao MAP em 2015 e retornou em 2021.
“Em 2022, ano em que o museu completa seu 15º aniversário, posso falar de minha alegria em ter retornado, de poder retomar as atividades ligadas à pesquisa, à divulgação e ao educativo e, deste último posso destacar uma nova parceria com a Secretaria de Educação que, no ano que vem, contará com atividades de formação, a entrega para todos os estudantes da rede municipal de um álbum de figurinhas, um quebra-cabeças da obra de Jerônimo Soares e outro conjunto de pranchas para serem trabalhadas em sala de aula antes da visita ao museu”, afirmou.
O álbum de figurinhas citado por Andreia é fruto de uma parceria da Secretaria de Educação com o Consulado Geral da Itália. Alunos da rede trabalharam com um álbum de figurinha comemorativo sobre a história do pintor Rafael Sanzio, ou Raffaello, considerado um dos maiores nomes do Renascentismo, ao lado de Leonardo Da Vinci e Michelangelo.
Oito professores de arte passaram por uma formação, realizada pela Secretaria de Educação, para desenvolver processos, procedimentos artísticos e formas de abordar o trabalho do pintor com as crianças sob uma perspectiva pedagógica. O resultado foi uma exposição de trabalhos dos estudantes em releituras da obra do artista italiano. O álbum que está sendo produzindo pela Seduc vai ter as obras do MAP reproduzidas nas figurinhas.
Para Ricardo Amadasi, que no dia 6 de outubro estreou uma exposição de pinturas na abertura das celebrações do aniversário do MAP, o museu está pronto para viver novamente seu período de sucesso. “Voltando ao lugar de origem, penso que o Museu está pronto para viver uma grande fase, como foi no seu começo”, afirmou. As obras de Ricardo, na exposição ‘Brasil Livre’, estão em exibição até o dia 30 de outubro.
SEMINÁRIO
Dentro das comemorações do aniversário do MAP, será realizado hoje, 19h30, o ‘Seminário MAP 15 anos – Valorização da Arte e do Artista Popular’, com Edgard Steffen Junior, publisher da plataforma editorial Raiz e com o pesquisador de arte popular Celso Ohi. O evento é aberto a todos os interessados.
SERVIÇO
15 anos do MAP
Exposição Trajetória, Cotidiano e Perspectivas
18 de outubro, 14 horas
Seminário MAP 15 anos – Valorização da Arte e do Artista Popular’
18 de outubro, 19h30
Exposição ‘Um Brasil Possível’ – Ricardo Amadasi
Em exibição até 30 de outubro
Rua Graciosa, 300, Centro
Texto: Aline Melo
Fotos: Mauro Pedroso
https://portal.diadema.sp.gov.br/museu-de-arte-popular-de-diadema-celebra-15-anos/
2023

A multimodalidade dos folhetos de cordel como fator positivo na representação temática da informação
23ª Enacib
Dotadas de predicados visuais, as xilogravuras que compõem as capas dos folhetos de cordel contribuem com o tratamento da informação, caracterizando-se como mais um item informativo, além do próprio texto, viabilizando sua recuperação informacional. Objetiva-se com este estudo evidenciar como a multimodalidade dos folhetos de cordel auxilia no processo de representação da informação. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, descritiva e qualitativa, em que foram selecionados três cordéis. Constatou-se que as capas apresentam imagens associadas ao enredo. Ratifica-se que a conjunção das duas linguagens contribui de forma positiva no processo de representação da informação no âmbito dos folhetos de cordel.
https://enancib.ancib.org/index.php/enancib/xxxiiienancib/paper/viewFile/1318/1019

Literatura de Cordel: uma proposta de re(materialização) da oralidade para o ambiente audiovisual da sociedade em rede
O presente trabalho é resultado de uma pesquisa realizada na Coleção de literatura de cordéis da biblioteca São Clemente da Fundação Casa de Rui Barbosa, mais especificamente na subcoleção de Sebastião Nunes Batista, que teve por objetivo desenvolver um modelo conceitual de produto pedagógico. Tal produto é uma experiência de (re)materializar o cânone oral da cultura popular em versos para o ambiente audiovisual numa realidade contemporânea do universo virtual, isto é, trazer a oralidade do cordel para o mundo da sociedade em rede.
2024
Catálogo. Coleção Jacob Rissin
UNICAMP
Jacob Kopel Rissin foi desenhista, cenógrafo, gravador e escultor. O artista nasceu no ano de 1929, na cidade de Recife em Pernambuco. Tem trabalhos em diversas coleções particulares no Brasil e exterior, inclusive em museus como o do Palácio da Alvorada em Brasília, Museu de Belas Artes do Chile, Museu de Skopje na Iugoslávia, Museu de Arte Moderna do Vaticano, entre outros. Rissin morreu no ano de 2019, em São Paulo.
A coleção Jacob Rissin (JR), organizada pelo CEDAE, é composta por 742 matrizes de xilogravura e 500 esculturas em cerâmica.1
O conjunto de matrizes xilográficas, objeto deste instrumento de pesquisa, apresenta trabalhos propriamente artísticos – dos quais se destacam a presença de gravadores consagrados como J. Borges, José Costa Leite, Jerônimo Soares e Marcelo Soares (sendo os dois últimos os gravadores mais presentes na coleção, somam juntos mais de 200 matrizes), – e também matrizes de uso industrial, servindo à reprodução de rótulos de produtos diversos ou à ilustração de folhetos de cordel ou mesmo jornais de baixa tiragem. Esse conjunto, além de ser uma valiosa fonte para a pesquisa das artes gráficas no Brasil, atesta os seus diversos percursos históricos.
O presente instrumento de pesquisa apresenta uma tabela em que todos os itens da coleção de matrizes xilográficas estão descritos. Nesta descrição, buscamos detalhar características físicas, como suporte e dimensão e os dados contextuais, como autoria, título, local e data de produção etc. Nossa intenção foi dar maior visibilidade aos artistas presentes na coleção, deste modo, além da listagem geral das matrizes, apresentamos também uma mostra dos artistas identificados.
https://www.iel.unicamp.br/wp-content/uploads/2025/02/JR_Inst_Pesq.pdf
2025

Jerônimo Soares: uma celebração aos 90 anos de idade e 78 de carreira
Considerado um dos mais representativos e importantes xilogravadores populares do Brasil, Jerônimo Soares é um mestre em sua arte. Dono de uma criatividade extraordinária produziu trabalhos cheios de vida, histórias e simbologias, que carregam a essência e a riqueza da cultura do homem nordestino. Sua arte está espalhada em diversos países como: Canadá, Estados Unidos, França, Inglaterra entre outros. Radicado em Diadema, em maio Jerônimo Soares completou 90 anos de idade e 78 de carreia e a Pinacoteca de São Bernardo do Campo não poderia deixar de homenagear este grande artista para celebrar sua vida e trajetória. A exposição reúne um conjunto de 70 trabalhos do acervo da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, do Museu de Arte Popular de Diadema, Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais de São Bernardo do Campo e coleções particulares.
https://mapacultural.saobernardo.sp.gov.br/evento/149/#info

Xilogravuras de Jerônimo Soares em São Bernardo
Até 5 de setembro, público pode conhecer gratuitamente 70 obras do artista paraibano que completou 78 anos de carreira
Da Redação
22/06/2025 | 07:00
Traços fortes e cores vibrantes que retratam o cotidiano do sertão e do homem nordestino. Essas são características presentes no trabalho de Jerônimo Soares, que celebra os 78 anos de carreira com mostra na Pinacoteca de São Bernardo (Rua Kara, 105, Jardim do Mar). Até o dia 5 de setembro, o público poderá conferir gratuitamente 70 xilogravuras do artista paraibano, além de publicações sobre sua obra.
A exposição Jerônimo Soares: Uma celebração aos 90 anos de idade e 78 anos de carreira reúne trabalhos do acervo próprio do artista e também do Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais de São Bernardo, do Museu de Arte Popular de Diadema e de coleções particulares.
Na apresentação feita pelas curadoras Camila Rosa e Geisa Tanganeli, o trabalho de Jerônimo Soares é descrito como “profusão temática” inspirada no meio em que cresce e de histórias orais passadas de geração em geração. “Suas gravuras trazem a essência do homem nordestino por meio de temas como o cotidiano no sertão, os retirantes, o trabalho, a natureza, a família, os festejos, a religiosidade e o fantástico. Com sua vinda para São Paulo, Jerônimo passa a incorporar em seus trabalhos elementos e experiências vividas nos grandes centros”, pontua o texto das curadoras.
Jerônimo Soares, artista autodidata, nasceu em 1935, em Esperança, Paraíba, filho de Hilda Fernandes Soares e do cordelista José Soares. Seu irmão, Marcelo Soares, também é um importante cordelista pernambucano. Iniciou trabalho de xilogravura aos 12 anos, para ilustrar os cordéis criados pelo próprio pai.
>Seu trabalho foi reconhecido pelo Prêmio Aquisição no Salão de Arte Contemporânea de São Paulo, em 1977. Possui obras em coleções públicas e privadas no Brasil e no Exterior, em países como Canadá, Estados Unidos, França e Japão.
https://www.dgabc.com.br/Noticia/4241155/xilogravuras-de-jeronimo-soares-em-sao-bernardo

Pinacoteca de São Bernardo do Campo exibe obras de xilogravador brasileiro
Portal de Jornalismo ESPM 17 de setembro de 2025
Rafael Peral (2º semestre)
A Pinacoteca Municipal de São Bernardo do Campo está sediando, até 5 de setembro de 2025, uma exposição gratuita com 70 xilogravuras do renomado artista paraíbano Jerônimo Soares, que celebra 78 anos de carreira. A mostra está aberta para visitação em diversos horários da semana e conta com um acervo reunido de coleções próprias e empréstimos de instituições regionais.
A exposição destaca traços fortes e cores vibrantes que retratam o cotidiano do sertão e do homem nordestino. As gravuras exploram temas como o trabalho, a família, os festejos, a religiosidade, a natureza, os retirantes e elementos fantásticos. Com sua trajetória, Jerônimo incorpora influências tanto do Nordeste quanto da vida nos grandes centros como São Paulo.
Autodidata, Jerônimo construiu uma carreira reconhecida dentro e fora do Brasil. Em 1977, conquistou o Prêmio Aquisição no Salão de Arte Contemporânea de São Paulo, e hoje suas obras fazem parte de coleções públicas e privadas em países como Canadá, França, Japão e Estados Unidos.
A exposição em São Bernardo foi organizada com obras do acervo pessoal do artista, além de empréstimos do Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais do município, do Museu de Arte Popular de Diadema e de colecionadores privados.
A Pinacoteca está localizada na Rua Kara, 105, Jardim do Mar. O espaço funciona às terças-feiras das 9h às 20h, de quarta a sexta das 9h às 17h, e no último sábado do mês das 10h às 16h.
https://jornalismosp.espm.edu.br/pinacoteca-de-sao-bernardo-do-campo-exibe-obras-de-xilogravador-brasileiro/

Exposição Jeronimo Soares. Uma celebração aos 90 anos e 78 de carreira
(Portal Revista Latente, 14 de junho de 2025)
Considerado um dos mais representativos e importantes xilogravadores populares do Brasil, Jerônimo Soares é um mestre em sua arte. Dono de uma criatividade extraordinária produziu trabalhos cheios de vida, histórias e simbologias, que carregam a essência e a riqueza da cultura do homem nordestino. Sua arte está espalhada em diversos países como: Canadá, Estados Unidos, França, Inglaterra entre outros.
Radicado em Diadema, em maio Jerônimo Soares completou 90 anos de idade e 78 de carreira e a Pinacoteca de São Bernardo do Campo não poderia deixar de homenagear este grande artista para celebrar sua vida e trajetória. A exposição reúne um conjunto de 72 trabalhos do acervo da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, do Museu de Arte Popular de Diadema, Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais de São Bernardo do Campo e coleções particulares.
Livre I Grátis
Abertura: 14 de junho de 2025, às 14h.
Visitação: 14 de junho a 05 de setembro de 2025.
Terças, das 9h às 20h. Quartas a sextas, das 9h às 17h. Último sábado de cada mês.
https://www.instagram.com/revista.latente_/p/DK2XyVlPwLO/?hl=am-et

Xilogravuras de Jerônimo Soares são tema de exposição na Pinacoteca de São Bernardo
(Portal Prefeitura de São Bernardo do Campo - 16 de junho de 2025)
Até 5 de setembro, público poderá conhecer 70 obras do artista paraibano que completou 78 anos de carreira; entrada da atração é gratuita
Traços fortes e cores vibrantes que retratam o cotidiano do sertão e do homem nordestino. Essas são características presentes no trabalho de Jerônimo Soares, que celebra os 78 anos de carreira com mostra na Pinacoteca Municipal de São Bernardo. Até o dia 5 de setembro, o público poderá conferir de perto 70 xilogravuras do artista paraibano, além de publicações sobre sua obra.
A exposição ‘Jerônimo Soares: Uma celebração aos 90 anos de idade e 78 anos de carreira’ reúne trabalhos do acervo próprio do artista e também do Centro de Referência das Culturas Populares Tradicionais de São Bernardo do Campo, do Museu de Arte Popular de Diadema e de coleções particulares.
Na apresentação feita pelas curadoras Camila Rosa e Geisa Tanganeli, o trabalho de Jerônimo Soares é descrito como “profusão temática” inspirada no meio em que cresce e de histórias orais passadas de geração em geração. “Suas gravuras trazem a essência do homem nordestino por meio de temas como o cotidiano no sertão, os retirantes, o trabalho, a natureza, a família, os festejos, a religiosidade e o fantástico. Com sua vinda para São Paulo, Jerônimo passa a incorporar em seus trabalhos elementos e experiências vividas nos grandes centros”, pontua o texto das curadoras.
Jerônimo Soares, artista autodidata, nasceu em 1935, em Esperança, Paraíba. Filho de Hilda Fernandes Soares e do cordelista José Soares. Seu irmão, Marcelo Soares, também é um importante cordelista pernambucano. Iniciou trabalho de xilogravura aos 12 anos, para ilustrar os cordéis criados pelo próprio pai.
Seu trabalho foi reconhecido pelo Prêmio Aquisição no Salão de Arte Contemporânea de São Paulo, em 1977. Possui obras em coleções públicas e privadas no Brasil e no exterior, em países como Canadá, Estados Unidos, França e Japão.
Serviço:
Exposição - ‘Jerônimo Soares: Uma celebração aos 90 anos de idade e 78 anos de carreira’
Até 5 de setembro
Terças, das 9h às 20h;
Quartas às sextas-feiras, das 9h às 17h;
Último sábado de cada mês, das 10h às 16h
Entrada gratuita. Estacionamento no local
Pinacoteca de São Bernardo - Rua Kara, 105, Jardim do Mar
Foto: Isabella Diniz
https://www.saobernardo.sp.gov.br/maximizada/-/asset_publisher/5cLluTMVcxDN/content/xilogravuras-de-jeronimo-soares-sao-tema-de-exposicao-na-pinacoteca-de-sao-bernardo?inheritRedirect=false
Linha do Tempo Geral
Linha do Tempo Geral
Década de 1970
Chegada a São Paulo, atuação na Praça da República, feiras nordestinas, diálogo com o cordel, campanhas sindicais e primeiras inserções institucionais estruturam este período.
Década de 1980
fortalecimento da identidade autoral e maior presença em exposições e eventos culturais.
Década de 1990
A de Jeronimo trajetória passa a ser reconhecida como referência na produção de xilogravura vinculada à tradição do cordel.
Década de 2000
A produção do artista se mantém ativa e vinculada às raízes culturais, dialogando com novos espaços e públicos.
Década de 2010
A obra de Jeronimo passa a ser compreendida como parte da memória cultural e da permanência da xilogravura popular no cenário contemporâneo.
Década de 2020
Sua produção de xilogravuras permanecem como linguagem viva, reafirmando sua presença no debate cultural atual.
Projeto
Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares
Realização
Recursos para a realização desse projeto: PNAB – Política Nacional Aldir Blanc — Ministério da Cultura, Governo Federal. Município de Diadema (2025)






