Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares

Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares

Sobre o

Projeto

Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares é um projeto de preservação e difusão cultural que tem como objetivo a digitalização do acervo documental do artista Jerônimo Soares, xilogravurista de referência na arte popular brasileira.

O projeto reúne e organiza matérias de jornais e revistas, livros, fotografias e capas de cordel produzidas ao longo de décadas de atuação do artista. Todo o material foi digitalizado e disponibilizado gratuitamente em plataformas online, garantindo acesso público a pesquisadores, estudantes e ao público em geral.

Sobre o

Artista

Jerônimo Soares nasceu em 1935, na cidade de Esperança, Paraíba. É filho do poeta cordelista José Soares, conhecido como “poeta-repórter”. Aos 12 anos, mudou-se para o Recife para viver com o pai, iniciando ali seu contato direto com a xilogravura.

Sua primeira gravura foi produzida para um folheto de cordel, a pedido do pai. Apesar do início difícil, Jerônimo seguiu produzindo e, ao longo dos anos, realizou centenas de gravuras, principalmente para capas de cordéis.

Na década de 1950, migrou para São Paulo, como muitos nordestinos que fugiam da seca. Em 1968, fixou residência em Diadema, cidade onde vive até hoje. Por mais de dez anos, teve como principal espaço de atuação a feira de artesanato da Praça da República, em São Paulo.

Sua obra alcançou reconhecimento nacional e internacional, com publicações e exposições em países como Suíça, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Canadá e Portugal. Jerônimo Soares foi tema de diversas reportagens em jornais e revistas.

Em 2017, com a inauguração do Museu de Arte Popular de Diadema (MAP), o artista foi homenageado com uma sala expositiva que leva seu nome.

Sobre o

Projeto

Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares é um projeto de preservação e difusão cultural que tem como objetivo a digitalização do acervo documental do artista Jerônimo Soares, xilogravurista de referência na arte popular brasileira.

O projeto reúne e organiza matérias de jornais e revistas, livros, fotografias e capas de cordel produzidas ao longo de décadas de atuação do artista. Todo o material será digitalizado e disponibilizado gratuitamente em plataformas online, garantindo acesso público a pesquisadores, estudantes e ao público em geral.

Sobre o

Artista

Jerônimo Soares nasceu em 1935, na cidade de Esperança, Paraíba. É filho do poeta cordelista José Soares, conhecido como “poeta-repórter”. Aos 12 anos, mudou-se para o Recife para viver com o pai, iniciando ali seu contato direto com a xilogravura.

Sua primeira gravura foi produzida para um folheto de cordel, a pedido do pai. Apesar do início difícil, Jerônimo seguiu produzindo e, ao longo dos anos, realizou centenas de gravuras, principalmente para capas de cordéis.

Na década de 1950, migrou para São Paulo, como muitos nordestinos que fugiam da seca. Em 1968, fixou residência em Diadema, cidade onde vive até hoje. Por mais de dez anos, teve como principal espaço de atuação a feira de artesanato da Praça da República, em São Paulo.

Sua obra alcançou reconhecimento nacional e internacional, com publicações e exposições em países como Suíça, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Canadá e Portugal. Jerônimo Soares foi tema de diversas reportagens em jornais e revistas.

Em 2017, com a inauguração do Museu de Arte Popular de Diadema (MAP), o artista foi homenageado com uma sala expositiva que leva seu nome.

Linha do Tempo

Linha do Tempo

Década de 1970

Chegada a São Paulo, atuação na Praça da República, feiras nordestinas, diálogo com o cordel, campanhas sindicais e primeiras inserções institucionais estruturam este período.

Década de 1980

fortalecimento da identidade autoral e maior presença em exposições e eventos culturais.

Década de 1990

A de Jeronimo trajetória passa a ser reconhecida como referência na produção de xilogravura vinculada à tradição do cordel.

Década de 2000

 A produção do artista se mantém ativa e vinculada às raízes culturais, dialogando com novos espaços e públicos.

Década de 2010

A obra de Jeronimo passa a ser compreendida como parte da memória cultural e da permanência da xilogravura popular no cenário contemporâneo.

Década de 2020

Sua produção de xilogravuras permanecem como linguagem viva, reafirmando sua presença no debate cultural atual.

Projeto

Arte e Tempo: Registrando a Trajetória de Jerônimo Soares

Realização

Recursos para a realização desse projeto: PNAB – Política Nacional Aldir Blanc — Ministério da Cultura, Governo Federal. Município de Diadema (2025)